domingo, 15 de setembro de 2013

Gideão, o homem no poder de Deus

Depois da grande obra feita por Débora, - e logicamente por muitas pessoas de Deus – (Jz 5.1-3) o povo de Deus recebeu uma bênção que não soube aproveitar: “... Descanso por quarenta anos.” Jz 5.32. A terra sossegou, finalmente.
Mas como na maioria das vezes, no descanso do Senhor... Deus então não pode impedir a escravidão. (Jz 6)
Sete anos nas mãos dos midianitas e seus comparsas.
O povo de Deus até esforçava, mas sem a proteção do Senhor (v.1), os inimigos ganhavam sempre (v.2), até que o povo de Deus se empobreceu muito (v.6)
Quando clamaram, Deus não enviou um anjo ou uma praga para matar os inimigos: Mandou um profeta (v.8), para explicar a causa de tanto sofrimento.
Hoje é a mesma coisa, Deus só poderá destruir “seus inimigos”, quaisquer males que te afligiam através da sua mensagem.
Mas Deus queria fazer a grande obra (como ainda hoje), através de alguém.
Quem seria o homem de fé a ser usado pelo Senhor?
O anjo saiu à procura do crente fiel, e encontrou Gideão (v. 11) que apesar de escondido “mas estava malhando o trigo para salvá-lo dos inimigos”.
O anjo começou um diálogo com Gideão, e de repente Gideão mostra que se Deus está no comando, tais coisas não aconteceriam... (v.3).
Na verdade, havia um espírito “dominante” no meio do povo de Deus. O MEDO (v.10) Deus falou: “Não temas”. Mas não deram ouvidos.
Mais tarde, Gideão viu que de 32.000, 22.000 eram dominados por este espírito (Jz 6.16). Tudo o que o crente precisa, é de uma Palavra.
Gideão pôs suas provas diante de Deus (Jz 7.36-40), e teve os sinais que queria...
Provavelmente, como nós, Gideão imaginou: “Bom, é verdade que 32.000 homens não são tantos quanto os inimigos, mas Deus disse que é comigo”.
32.000 mais Deus, 32.001... Ah, já dá pra começar. Concluiu.
Mas a matemática de Deus é diferente.
“Gideão, disse Deus, há muita gente. (Jz 7.2) Diga ao povo que quem for COVARDE, MEDROSO, volte”.
Provavelmente Gideão pensava como eu e você: “A maioria do povo de Deus é valente”. Nem todos que estão em Israel são israelitas...
Resultado: de 32.000 homens, 22.000 eram tomados por aquele espírito que falei ainda há pouco (lembra de Jz 6.10?). Neste caso, quase não havia israelitas!
Gideão, homem de fé, 70% a menos no exército, mas continuou confiante.
Mas a matemática de Deus é diferente!
“Gideão – disse Deus – Ainda muito povo há” (Jz 7.4)
“Que isto Senhor?”
“Gideão faça um teste”. Você não faz suas provas com Deus?
(Jz 6.7) – velo seco... velo molhado.
Isto é bom para nós que gostamos de “ver primeiro”.
Quem beber água no rio como cachorro, separa-os.
Beleza! Dos 10.000, graças a Deus, somente 300.
9.700 dá pra quebrar um galho... De novo a matemática de Deus se faz presente.
Gideão quero com você estes 300! (Jz 7.7)
Você sabe o que significa 300 homens de 32.000? Menos de 1%!
Olha a matemática de Deus!
Se eu entendi bem – e creio que sim – 1% de qualquer cristão fiel é o suficiente pra Deus vencer o inimigo. Como podemos ver, “todo poder está com o Nome do Senhor, e o Senhor está conosco”! Obviamente temos que nos entregar totalmente ao Senhor, mas não porque Ele não é nada sem nós – Jesus disse que expulsava o demônio pelo dedo de Deus (Lc 11. 20). Era o que Deus queria mostrar ao inimigo através de Gideão. Apenas SEU DEDO, aleluia!
Mas, se você lembrar, que Deus disse a Gideão, que ele feriria aos inimigos como se eles fossem Um só homem, (Jz 6.16) entenderá que 300 ainda é demais.
Humanamente falando Gideão estava em desvantagem... Mas como em II Re 6.16, ainda hoje mais são os que estão conosco!
Mas Deus sabe do nosso limite. Ele conhece nossa fé. Apesar de não vir sobre nós uma luta além da nossa força (I Co 10.13)
Deus então deu uma luz para Gideão de como as coisas estavam no mundo espiritual a seu favor: (Jz 7.10) Tu e teu moço Pura...
Pura significa Ramo.
Pura era o pastor Jayme do Missionário. Um ramo, um galho fiel toda vida.
Deus não mostra certas coisas para dois que não concordam.
Quando Gideão chegou ao arraial, ouviu dois guardas comentando sobre um sonho. (Jz 7.13-14) E o sonho era Gideão matando todos os amalequitas.
Acredite: Por causa da presença do Senhor em nós podemos deixar os demônios atormentados! Veja Marcos 5.7.
Aqueles demônios imploravam para que o Senhor Jesus não o atormentasse. Vamos fazer nossa parte. “Tire o sono do inimigo”!
Que negócio é este de você perder o sono? Viver debaixo de pesadelos? Isto é coisa para o inimigo não para os Gideões de Deus!
Gideão quando ouviu isto caiu aos pés do Senhor e adorou! (Jz 7.15)
Hoje é o dia de adorar ao Senhor. Veja pela fé o mundo espiritual. Veja os inimigos perturbados com sua presença.
Satanás não queria que você aceitasse o desafio. Ele sabe o que Deus pode fazer por suas mãos. Não seja covarde. Não volte.
Veja a conversa dos seus inimigos – estão preocupados. Os demônios sabem que a derrota é o destino deles.
A espada de Gideão era uma ameaça (Jz 7.14) Nós também temos a espada Ef 6.17 – Gideão era como o Pastor. Ninguém irá muito longe, a menos que esteja pelo Senhor e pelo Pastor (Jz 7.18).
II Cr 20.20 – Deus nos dá segurança; O pastor nos dá prosperidade, sucesso, bom êxito.
Moisés disse: “Sirvam a Deus e Ele abençoará vosso pão e a vossa água e eu (Moisés) tirarei do vosso meio as enfermidades” (Êx 23.25). É uma parceria.
Isto se aplica a tudo: Desde o patrocinador do show da fé, ao chamado de assinatura da  nossa tv, as orações pelo Dr. André Soares e Dr. Jorge Tadeu; São espadas que Deus usa neste ministério!
Fizeram tudo conforme o combinado. Deram os brados de guerra... Partiram os cântaros.
(Jz 7.17,18)
Jz 7.20 – Que interessante: Numa mão tochas acesas... Na outra buzina que tocava... Não adianta querer tocar a buzina, gritar, clamar, orar, se estiver em trevas! Toque a buzina, mas acenda as tochas.
Não vai ajudar bater na porta, clamar pelo noivo, se deixou a lâmpada apagar (Mt 25.1-12).
Enquanto tocavam as buzinas, Jz 7.22 o Senhor tornou a espada dum contra o outro...
Lembra do sonho que o homem teve com Gideão (v.13,14)?
Pois bem, acredito que, para eles cada um era Gideão! Como era não sei, o que sei que não ficou um pra contar a história.
A pergunta: “Pastor, e os 300 homens, não entraram na guerra?” Voltaram com as espadas limpas.
É como o pastor Jayme sempre fala: Às vezes a pessoa fez muito, mas não fez o melhor, o outro fez pouco, mas fez o seu melhor.
Deus só queria que eles obedecessem. Vencessem aquele espírito de medo.
O Senhor Deus poderia ter acabado com os inimigos, mas e o homem? Seu povo, não teria respeito nunca.
Deus quer usar seus filhos. O plano do Senhor desde a criação foi honrar ao homem. Mas Ele só pode honrar quem O honrar. Deixe Deus te usar.    


Em Cristo,

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